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Aftas: como eliminar e tratar

Quem nunca teve uma afta na boca? Aquelas pequenas (ou enormes) feridas que nascem na região das bochechas, gengivas, queixo ou até na língua ou céu da boca. Elas incomodam muito, mas ao mesmo tempo podem ser muito fáceis de serem eliminadas.

Aftas

As aftas são tão comuns que atingem quase 80% da população no mundo, e são provocadas por agravamento de machucados ou cortes na boca, carência de vitaminas, ou ainda alterações hormonais, e é por esse último motivo que as mulheres são as mais atingidas, principalmente nos períodos de TPM.

Para tratar aposte: O tratamento da afta consiste na utilização de anti-inflamatórios em gel, evitando bicarbonato, pois dificulta a cicatrização.

Fique longe de: Durante este período é preciso evitar também alimentação com ácidos, muito salgados ou apimentados como abacaxi, canela, laranja, limão, acerola, pimenta e molhos condimentados.

Fique de olho no tempo: Se a afita durar mais de duas semanas, procure um especialistas o mais rápido possível para um tratamento mais intensivo. Um período mais longo que este pode significar inflamações mais complicadas de serem eliminadas e que podem piorar no futuro.

Ebola: tudo o que você precisa saber

Um vírus que ameaça a saúde no mundo tem assustado a população. Aqui no Brasil, nenhum caso confirmado até agora, mas as suspeitas acontecem, e todos estão atentos as notícias. Especialistas garantem que a probabilidade de o vírus atingir o Brasil é baixa, mas não destacaram a possibilidade.

A Massima preparou então um guia que tira todas as suas dúvidas sobre a Ebola, e te ajuda a se prevenir.

1 – O que é?

Imagem do vírus segundo especialistasO Ebolavirus, como nome científico já deixa claro, é um cirus infeccioso descoberto em 1976 na República Democrático do Congo, próximo ao rio Ebola (da onde veio o nome). Segundo o Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos, hoje em dia, com a epidemia que tomou conta dos países na África, foi possível identificar cinco variações, ou subespécies, como os cientístas chamam, dentre elas, somente uma não afeta os seres humanos.

Ao contrário do que muitos acreditam, a epidemedia não começou recentemente. Desde a descoberta do vírus, houveram diversos surtos de Ebola na África. Os principais aconteceram em 1995, 2000 e depois em 2007. A diferença é que dessa vez o vírus foi propagado para outros países.

Só em 2014, mais de 1800 casos da doença foram comprovados no Guiné, Libéria, Serra Leoa e na Nigéria. Isso aconteceu por causa das áreas de tratamento desses pacientes, onde havia muito risco de contaminação. Há casos confirmados  também nos Estados Unidos.

2 – Porque é tão perigoso?

O índice de letalidade do Ebola no corpo do ser humano é de 90%, o que significa que a pessoa que contrair pode morrer somente dos efeitos do vírus e não de complicações a partir dele. Isso ocorre pois, uma vez alojado no corpo do indivíduo, o Ebolavírus atinge as células que revestem a parede interna dos vasos, interferindo na coagulação sanguínea e causando hemorragia interna.

3 – Como ocorre a transmissão?

O Ebola é transmitido por meio do contato direto com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados. O contágio pode acontecer também se o indivíduo for exposto a objetos contaminados, como agulhas, máscaras, luvas, e mesmo roupas. Na África, os pacientes que são tratados e conseguem escapar da doença, costumam queimar suas roupas antigas em comemoração e também para evitar mais contágio.

4 – Quais os principais sintomas?

Uma pessoa infectada pelo Ebolavírus deve apresentar febre, dores musculares e na cabeça, diarréia, fraqueza e falta de apetite. Com o agravamento da doença, também tosse e dores no peito, além de dificuldade para respirar. Sinais de sangramento pela tosse também devem ter atenção.

5 – Tratamento:

Por enquanto os médicos mantém o paciente bem hidratado e respirando bem, além de regular sua pressão arterial. Este ainda não é um tratamento oficial para a doença, é o que tem sido feito para conter a epidemia em outros países. Este processo costuma ser feito por isolamento do indivíduo, em uma unidade de terapia intensiva.

Há ainda um soro experimental que tem trazido esperança aos pesquisadores que buscam combater a doença. O composto é desenvolvido pela empresa de biotecnologia americana Maap BIopharmaceutical, e testado em dois americanos que contraíram a doença, a recuperação deles foi positiva. Contudo, o produto ainda está em testes, assim como a vacina de prevenção.

Saiba mais sobre a Fibrose Cística

Esta semana (dia 5), é o Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística, doença também conhecida como Mucoviscidose.

Trata-se de uma doença genética, autossómica (não ligada ao cromossoma X), causada por um distúrbio nas secreções de algumas glândulas, nomeadamente as glândulas exócrinas (glândulas produtoras de muco). O dia é importante justamente por ser uma  doença pouco conhecida, por isso a Massima faz sua parte na divulgação e conscientização da Fibrose Cística.

Imagem: O Globo

O que é:

A doença afeta principalmente o fígado, pâncreas e pulmões, devido a uma alteração genética em algumas glândulas, produzindo secreções mais espessas que o normal. Não tem cura.

Sintomas:

Por ser uma doença genética, os sintomas podem começar a se manifestar nos primeiros dias de vida da criança, e ela deve receber o tratamento adequado para evitar a piora do quadro.

Os sintomas mais comuns são: Suor salgado, dores e inchaço abdominal, prisão de ventre grave, gases, enjôo, emagrecimento, tosse crônica, cansaço, dificuldade para respirar, catarro espesso, febre, baixo desenvolvimento da criança e pancreatite.

Tratamento:

O nível de tratamento para fibrose cística depende da idade do paciente e do grau de evolução da doença, mas os objetivos do tratamento serão sempre a manutenção adequada do estado nutricional e o tratamento das complicações respiratórias.

Fazendo partes da estrutura do tratamento a ingestão de medicamentos, sessões de fisioterapia e orientação nutricional.

Alimentação:

A orientação nutricional é uma fase muito importante para o tratamento da fibrose cística, primeiramente por estar associada com o melhor crescimento, melhora ou estabilização da função pulmonar. E em segundo lugar, a desnutrição tem muitos efeitos na função pulmonar, incluindo a diminuição imunológica pulmonar.

Por isso é necessária uma dieta rica em energia e gordura para melhor crescimento e maior sobrevida.

Agora que você sabe mais sobre a doença, procure um médico para ser melhor orientado e se necessário, começar um tratamento.